segunda-feira, dezembro 29, 2008

Melhores Programas da TV brasileira em 2008

Como estamos de férias, resolvi publicar um monte de listas aqui no Han!! Essa é a primeira:


Vide a baixíssima qualidade que povoa nossa Tv, resolvi fazer essa lista, em que escolhi os 5 melhores programas da TV brasileira em 2008, 5 excessões que fizeram valer à pena ver TV em 2008.

Só estão incluidas produções nacionais com horário fixo na programação, novelas e minisséries foram excluidas, o que explica a falta da fenomenal Capitu. Vamos lá:



5º Lugar - 15 minutos (MTV)


A MTV Brasil já foi um celeiro de ótimos programas, mas hoje está relativamente enfraquecida, o que não a impede de produzir alguns bons programas, como o Top Top e o MTV+, mas a nova safra de programas é de lascar, o único realmente bom é um programa curtinho (15 minutos dãã), apresentado por um imitador de primeira, Marcelo Adnet e por um cara de máscara e sem graça, Kiabbo. Baseado em um papo rápido cheio de imitações musicais e humor ácido o 15 minutos funciona muito bem e cumpre seu papel de diversão rápida, além de ter virado febre no Youtube.



4º Lugar - Gordo Visita (MTV)

Mas o melhor programa da MTV continua sendo o Gordo Visita, um misto de visita e entrevista, aonde o ótimo João Gordo vai até a casa de seus entrevistados e mantém uma conversa que foge do convencional talk-show. O ponto alto do programa é o apresentador, o Gordo não tem pápas na língua para perguntar o que quer para o entrevistado, seja constrangedor ou não, mas sem cair nas ofensas baratas a la Pânico. A seleção inusitada de entrevistados, que vai de Nasi à Beto Carreiro, contribui muito para a graça do programa. De longe o único programa de entrevistas que presta hoje em dia na TV brasileira (Já que o Jô está chato demais).



3º Lugar - Senhor Brasil (Cultura)

A Cultura é outra tradicional produtura de programas antológicos, só pra citar alguns: Roda Viva, Provocações, Bem Brasil, Castelo Ra-Tim-Bum, Ra-Tim-Bum, Glub-Glub, Planeta Terra, Ensaio... Mas já faz um tempo que anda sem verba, o que provocou uma notável piora na programação, além da falta de boas estréias. A maior excessão é o programa de Rolando Boldrin, Senhor Brasil, um grande bate-papo pontuado com música, histórias e convidados nem sempre famosos, mas sempre ótimos. Brilhante é a única palavra que me vem à mente.



2º Lugar - Profissão Reporter (Globo)


Profissão Reporter estreiou como quadro do Fantástico e logo virou programa próprio, apesar de ir ao ar muito tarde, depois do enfraquecido Casseta e Planeta e do ultra-mega-sem-graça Toma Lá Dá Cá, ainda sim é a melhor coisa da programação da Globo. Conduzido por Caco Barcellos, conta com uma equipe de reporteres jovens e se propõe a mostrar os bastidores da reportagem, como ela é construída, além de diversos pontos de vista do mesmo assunto. Apesar de curto (apenas 30 minutos), funciona perfeitamente e é um alívio perto dos engessados departamentos de reportagem dos canais de TV brasileiros, incluindo a própria Globo.



1º Lugar - CQC (Band)

Esse ano o primeiro lugar foi barbada. Nada na televisão brasileira se parece com o CQC, um misto fenomenal de reportagem crítica e humor. Comandado pelo genial Marcelo Taz, apresentou alguns dos melhores novos rostos da Televisão e do humor brasileiro. Rafinha Bastos, Danilo Gentille, Rafael Cortez, Felipe Andreoli, Oscar Filho e Marco Luque completam o time comandado por Taz e produzem o que de melhor a se vê na televisão brasileira em muito tempo. Perseguindo políticos e perguntando coisas indiscretas que na verdade os políticos tem obrigação de informar o CQC conseguiu transportar a velha fórmula, que o próprio Taz havia inventado há 20 anos atrás como Ernesto Varela, para os dias de hoje, sem as bobagens que o Pânico faz. A ironia é a principal arma desse programa fenomenal, que resgata a qualidade do humor perdida à muito tempo com o Casseta e Planeta. E como diz o Taz: "Eles estão a solta, mas nós estamos correndo atrás!"

sexta-feira, dezembro 19, 2008

Turma da Mônica Jovem (Em estilo mangá) 4



Nesta edição vemos (finalmente!) o final da saga 4 dimensões mágicas, que vinha desde o primeiro número. Ao final da saga é possível afirma com certeza, que ela foi um equívoco, arrastada, sem graça e com um roteiro rocambolesco, ela anulou as possibilidades que esse gibi tinha de ser interessante. O roteiro procurou seguir um estilo RPG misturado com TODOS os clichês possíveis de mangá, essa edição tem até mesmo um torneio de artes marciais (só para citar alguns mangás que se utilizaram desse expediente: Dragon Ball, Yuyu Hakusho, Naruto, Shaman King...). O torneio é tão parecido com o de Dragon Ball que chega a ser constrangedor. Fora o fato de que as lutas não são mostradas, quase sempre mostram os personagens assistindo às lutas e o resultado é dado por falas. Um quadrinho mostra Cebolinha falando: “A Mônica vai vencer, ela sempre foi a mais forte”, então o narrador das lutas diz: “Vitória de Espinho” e mostra a cara do Cebolinha (que Cebola nada!), sem mostrar a luta... patético.

Claro que a edição tem alguns pontos fortes, como algumas piadas que funcionam muito bem, como quando o Mestre Coelho diz para a Mônica: “Boa sorte na sua jornada Jovem Mônica” e a Magali pergunta para os meninos: “Não é Mônica Jovem?”. Outro ponto forte é o Ex-Capitão Feio, o Poeira Negra, que consegue ter algum destaque e ser um vilão interessante, mesmo com o mega-clichê do vilão-que-absorve-um-grande-poder-e-muda-de-forma. No final ele pedindo para ser chamado de Capitão Feio e não de Poeira Negra foi uma boa sacada. Outra coisa interessante é a aparição de todos os outros personagens que ainda não tinham aparecido, ainda que a maioria deles tenham ficado toscos (destaque para o Quindim, que está ultra-tosco e para o Bidu que parece um Pokémon). E parece que os roteiristas perceberam que Céu-Boy não era um bom nome e o Anjinho agora é Ângelo.

No entanto, por mais que tenha boas sacadas, essa edição tem os mesmos problemas de suas antecessoras, ou seja, roteiro imensamente fraco e desenhos capengas. Os desenhos melhoraram, mas o fato das lutas não terem sido desenhadas demonstra a falta de confiança dos desenhistas da turminha (sempre competentes nos gibis convencionais) em desenhar esse estilo híbrido com mangá. Percebe-se que os roteiristas correram com a trama para fechar o arco logo, o que por um lado é bom, já que o nível estava muito ruim. O final da edição volta a mostrar uma história de adolescentes, que era o que todo mundo pensou que leria quando comprou a primeira edição e tanto o texto do Maurício no final, quanto o “Na próxima edição...” deixam claro que os temas místicos ficarão de fora e o foco se voltará para as tramas adolescentes.

E para finalizar, a cena que causou um frisson no mercado de quadrinhos brasileiro e foi divulgado até a exaustão na mídia e na internet: o tal beijo entre Mônica e Cebola (Cebolinha!!!!!!). A cena não tem nada demais, na verdade ela é tão rápida que periga passar despercebida aos menos atentos. Mônica está falando para o Cebolinha como ela mudou desde o tempo em que ela era Baixinha, Gorducha e Dentuça, quando ela se aproxima dele e lhe tasca uma bitoca, aí ele se assusta e sai correndo e ela sai correndo atrás dele. Uma cena típica de mangá e que poderia ter sido melhor explorada, da maneira que foi feita, ficou boba.

De qualquer forma, críticas à parte, o gibi tem tudo para melhorar, nem que seja um pouquinho, na edição seguinte, já que abandonará a bobagem mística. Agora basta que Maurício e seus roteiristas achem o tom, o que alias já está demorando demais.

PS: Eu gostaria de ver o Bugu nessa "versão mangá"

Cotação:

terça-feira, dezembro 02, 2008

Frase do Dia - Dragon Ball Z (anime)

"Falo a verdade ou continuamos amigos?"

Sr. Piccolo em DBZ (anime), depois de Gohan perguntar o que ele achava do uniforme de Great Sayaman.

Na verdade não sei nem se essa frase tem no animê original ou se é fruto da (ótima) dublagem brasileira, só sei que ri até não poder mais quando escutei isso da primeira vez...

quinta-feira, novembro 27, 2008

Turma da Mônica Jovem (Em estilo mangá) 3



Após uma palpável melhora no segundo número, é impossível não se decepcionar com esse terceiro. A revista até que caminha bem até seu 3º capítulo, depois toda a melhora possível é jogada no lixo. Mas comecemos do princípio. Esta edição começa com uma ligeira melhora nos roteiros, assim como nos desenhos, mas nada gritante. Ainda encontramos defeitos, como o desenho da vilã Yuka que é péssimo e destoa da arte do resto da revista. Outro problema é a falta de explicação pros zilhões de personagens que aparecem e que já haviam aparecido antes nos gibis da linha normal da turminha. Os roteiristas optaram por colocar notas de rodapé apenas nos personagens vindos do cinema, ou seja, Cabeleira Negra e Lord Coelhão. O problema é que assim como o público alvo do gibi não é obrigado a ter assistido aos filmes da turminha, tmbém devemos supor que não é obrigado a ter lido os gibis da linha normal da turma da Mônica, ainda mais que a maioria dos personagens são bem atuais. Eu mesmo não conheço metade dos "convidados" e olha que sou leitor habitual.

Percebe-se também que a equipe criativa ainda não chegou a uma conclusão quanto à personalidade das personagens principais. O Cascão não havia sido apresentado até agora como um personagem que toma banho mas não gosta, mas agora parece que seu famoso pavor de água voltou. A Magali estava irreconhecível até essa edição, mas agora vemos a velha comilona de volta. Confesso que prefiro assim e acho que a Magali simplesmente não funciona sem essa caracteristica. A força da Mônica é outro problema, ela existe ou não? Na edição passada ela apareceu, já nessa edição não. Os roteiristas precisam se decidir. De qualquer forma, apesar dos problemas, essa primeira metade da edição é a melhor coisa que a revista publicou até agora, divertida e se mostra uma leitura agradável. Ponto positivo também para a aparição do Astronauta, que junto com Lord Coelhão são as melhores coisas da edição.

Só que tudo desaba na parte final. O Coelho Caolho como mestre de luta até que é engraçado, uma mistura de Yoda com Pai Mei, mostrando que os roteiristas sabem trabalhar com referências pop, mas a explicação sobre a origem do legado que eles tem que seguir... não é só boba, não é só horrível... é desastrosa e chega a ser a coisa mais sem pé nem cabeça que li esse ano e olha que sou leitor de Marvel e DC, ou seja, estou acostumado com explicações do estilo é-mágica-nós-não-precisamos-explicar (Tá... não chega a ser tão ruim quanto One More Day...). Patético. Espero sinceramente que com o fim dessa "saga", que está previsto pro próximo número, a palhaçada acabe e este gibi valha (FINALMENTE) seu (absurdo) preço.

Cotação:

quarta-feira, novembro 19, 2008

Dragon Ball - O filme (e todo o meu desprezo por ele)


Gostaria seriamente de saber quem teve essa idéia estúpida de fazer um filme de Dragon Ball. Apesar da HQ de Toriyama ser sensacional, ela só funciona bem nessa mídia. Até o Animê é inferior, apesar de divertido. Então por que? E mais, por que descaracterizar todo o mangá?. Explicações à parte, eu estou torcendo desde que divulgaram pra esse projeto subir no telhado, mas parece que vai lançar mesmo... mas continuo entoando meu mantra:


Esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado, esse filme não vai ser lançado...


PS: Essa imagem da luta do Piccolo (que não é verde e não parece nada com o Sr. Piccolo dos quadrinhos e do animê) contra o Goku (sem comentários) é ridícula, patética e muito tosca... reparem na desviada arame-fu que o Goku tá dando e principalmente no fundo cheio de pedras feitas de isopor... e ninguém vai preso...


PS2: Espero que essa joça sirva pelo menos pra lançarem os DVDs do animê por aqui...

quinta-feira, outubro 30, 2008

Frase do Dia - Watchmen

"Quando se percebe que tudo é uma piada, ser O Comediante é a única coisa que faz sentido."

Fala do Comediante.




Watchmen deve ser a obra mais lúcida dos últimos 30 anos... espero realmente que o Snyder não foda com tudo no filme...

quinta-feira, outubro 23, 2008

Turma da Mônica Jovem (Em estilo mangá) 2



Depois de uma lamentável primeira edição, vemos uma considerável melhora neste novo projeto de Maurício de Souza. Alguns defeitos persistem, como a trama rocambolesca, no entanto os roteiristas parecem ter percebido esse defeito e não se levam tão a sério nessa edição, o que faz uma grande diferença. Algumas vezes as próprias personagens zoam os absurdos clichês utilizados, como na cena em que o Cebolinha (ops, Cebola!) ganha um +4 sobre a cabeça, como um personagem de video-game ambulante e o Cascão diz: "Rapá... Se existisse uma escala de tosqueira..." e o Cebolinha completa: "Eu sei! Essa seria campeã!"

A grande verdade é que o humor funciona muito bem nesta edição, usando bem o non-sense habitual das histórias tradicionais da turminha. O desenho também melhorou, e se ainda não é ideal, já não soa amador como na edição anterior. O que continua ruim é o roteiro, atropelado, raso e constrangedoramente clichê, o que puxa essa edição pra baixo, apesar das melhoras já citadas. Uma cena pode ser bem esclarecedora: A Turma está fugindo de inimigos quando se deparam com uma mina e um daqueles vagões, como em Indiana Jones e o Templo da Perdição, Cebolinha diz: "Que coisa mais clichê!", depois Cascão diz: "Já vi isso num desenho animado" e a Magali completa: "Quem liga? Vamos!!" Esse diálogo resume bem a leitura dessa edição de Turma da Mônica Jovem, se você ler e esquecer a inundação de clichês, ela é agradável e engraçada e se a melhora vista da edição no. 1 para a no. 2 continuar, podemos esperar que a série mostre a que veio nas próximas edições e passe a valer, finalmente, os (caríssimos) R$ 6,90 que custa.

Cotação:

terça-feira, outubro 21, 2008

Frase do Dia - O Cheiro do Ralo

"Acho que só um ingênuo, praticamente um retardado acredita em felicidade."

Amém


PS: Esse filme é maravilhoso, assistam (Não li a HQ ainda, mas deve ser ótima).

PS 2: Criei essa seção para postar frases legais (meio óbvio)...

quarta-feira, outubro 15, 2008

Para o homem que tem tudo



Publicada originalmente em Superman Annual 11, e recentemente aqui em Grandes Clássicos DC: Alan Moore, Para o Homem que tem tudo é uma das histórias de Alan Moore à frente do Homem de Aço. Na minha opinião a melhor delas e também uma das melhores histórias em quadrinhos já publicadas. Ilustrada magistralmente por Dave Gibbons (o mesmo de Watchmen), essa história é da cronologia pré-Crise nas Infinitas Terras e prova o argumento de Moore de que o problema da DC não era a cronologia zuada e nem o Multi-verso, e sim a falta de criatividade e, porque não, a qualidade de seus roteiristas. Participam da história Batman, Robin (Jason Tood) e a Mulher-Maravilha, todos em suas encarnações pré-crise, ou seja, não espere um Batman sombrio, no entanto esse Batman funciona maravilhosamente, como Dennie O'Neal e Neal Adams tinha mostrado em Contos do Demônio, é um Batman mais detetivesco, como o que Grant Morrison tenta recuperar nos quadrinhos atuais (irregularmente, na minha opinião).

O argumento básico é famoso, Super-Homem recebe um presente de aniversário que descobre, tarde demais, ser um parasita que suga as ondas mentais de seu hospedeiro dando em troca a ilusão de viver o maior sonho da pessoa. E qual seria o maior sonho do Super-Homem, um homem que tem tudo? Moore trabalha esse tema de maneira sublime, criando uma emoção ímpar no leitor ao perceber o sonho do Super-Homem e depois a raiva do mesmo ao ser obrigado a renunciar a esse sonho.

Repleto de cenas memoráveis, diálogos sublimes, como de praxe em Alan Moore, além da arte fenomenal de Gibbons, Para o Homem Que Tem Tudo é leitura obrigatória para qualquer fã de quadrinhos, pois se configura como uma das maiores obras-primas do gênero. E se isso não o convenceu a ler, um último argumento: Moore deve ser o único roteirista a utilizar Jason Tood de maneira inteligente.

Cotação:

terça-feira, setembro 23, 2008

Recado

À quem um dia negou
descaradamente algo verdadeiro,

E em um lapso forjado de memória
acreditou na mentira dita,

E guarda escondido no extremo da mente
um germem daquilo que ocultou,

Que, renascido, pode arruinar
a tola felicidade construída.


* Fazia um tempo que não postava poemas aqui, escrevi esse semana passada, e não trata de ninguém em específico e mais da vida como um todo.

domingo, setembro 14, 2008

Sete Coisas - Respondendo ao Vini

O meu colega Pataca Vinicio dos Santos colocou isso no blog dele e pediu pra eu respoder, então aí vai:



1) Sete coisas que eu faço bem

- piadas
- constranger as pessoas
- poesia
- jogar jogos de plataforma
- dormir
- matar aula
- dar conselhos que parecem bons

2) Sete coisas que eu não faço e não sei fazer

- ir na balada
- me comportar socialmente
- não ser xucro
- jogar jogos de estratégia (tipo Age of Empires)
- jogar futebol
- fazer média
- tomar café da manhã

3) Sete coisas que me atraem no sexo oposto

- beleza
- saber manter uma conversa
- inteligência
- não se assustar comigo quando me conhecer
- senso de humor
- os olhos (mais o formato que a cor)
- a voz

4) Sete coisas que me irritam no sexo oposto

- burrice
- grude
- planos exagerados
- falta de senso de humor
- ciúmes exagerados
- franja
- não conhecer Marty MacFly (isso me irrita em qualquer um!)

5) Sete coisas que eu digo com frequência

- cuzão
- tô puto
- Como diria o Sokka, eu sou o homem da carne e do Sarcasmo, isso é tudo que eu tenho.
- São Paulo não é time de futebol!
- alguma coisa de #$ é $%*#
- cada um tem o (insira uma palavra aqui) que merece
- eu vou matar (insira um nome aqui [o Thiago e o Capa dizem que eu vou precisar do Pacaembú pra por todo mundo que eu quero matar])

6) sete atores/atrizes que eu gosto

- Clint Eastwood
- Sean Conery
- John Wayne
- Marlon Brando
- Gene Kelly
- Jerry Seinfeld (menos em Bee-Movie que é uma bosta)
- Woody Alen

acabei de ver que não tem nenhuma atriz na lista, então lá vai umas que eu adoro: Vivian Leigth "eu sempre contei com a bondade de estranhos"; Gloria Swanson; Marilyn Monroe (três tá bom né?)

7) sete atores/atrizes que eu odeio

- Ronald McDonald (vale?)
- qualquer um da Malhação
- Mariana Ximenes
- Priscila Fantin
- Amanda Peet
- Molequinho do Shane (Os Brutos Também Amam)
- Já falei aqui da Malhação?

8) sete filmes que eu gosto

- Cantando na Chuva
- Rastros de Ódio
- Os Imperdoáveis
- Ratatouille
- Quanto Mais Quente Melhor
- Trilogia Clássica do Star-Wars
- Uma Rua Chamada Pecado

9) sete filmes que eu odiei

- Elektra
- Titanic
- Final Fantasy
- Homem-Aranha 3
- Durval Discos
- Van Helsing
- As Panteras

10) Sete livros favoritos

- Hamlet, William Shakespeare
- Lolita, Vladmir Nabokov
- Dom Casmurro, Machado de Assis
- Canto Geral, Guimarães Rosa
- A Vida, o Universo e Tudo o Mais, Douglas Adams
- Rei Lear, William Shakespeare
- Fogo Pálido, Vladmir Nabokov

11) Sete coisas legais dos últimos sete dias

- meu irmãzinho Antônio (ainda em gestação) continua bem
- as gravações do Quatro Patacas para um evento da faculdade
- ter matado várias (bem mais que o Vini) aulas
- Minha caneca nova do Timão
- Assistir O Cheiro do Ralo
- Escutar Abbey Road (fazia um tempão que eu não ouvia)
- baixar vários jogos do Nintendinho pro computador

12) Sete constatações inúteis

- Avatar é o melhor desenho de todos os tempos
- é impossível achar Beast Wars dublado na internet (se alguém achar deixa o link nos comentários ou me manda um e-mail)
- Bob Dylan, U2 e Bruce Springsteen são os únicos caras que continuam fazendo discos fodas até hoje.
- eu mataria pra ter um Wii
- todas as verdades do mundo estão nas letras do Ultrage a Rigor (Roger é "O" profeta)
- Eu conheço um gorila albino
- George Lucas podia mesmo parar de mexer nos filmes da trilogia clássica

13) sete pessoas para responder ao questionário

Não vou responder essa, porque parece corrente de e-mail...

domingo, setembro 07, 2008

Hellboy II: O Exército Dourado



O primeiro Hellboy, também dirigido por del Toro, me deixou uma boa impressão quando vi. Um filme divertido, descompromissado e sobre um ótimo personagem de quadrinhos desconhecido do grande público. Mas senti falta de alguma coisa, a história apesar de boa, não empolgava e o filme que poderia ser ótimo, era apenas bom.

Nesta seqüência, sem a necessidade de introduzir personagens, a ação fica mais solta e o roteiro flui melhor, mas novamente acontece o mesmo problema e um filme que poderia ser ótimo é apenas bom. Acredito que a grande falha resida no roteiro que vai crescendo de intensidade durante todo o filme, mas cai no clichê no final, deixando uma sensação de algo inacabado no espectador.

Claro que o filme tem ótimas qualidades, começando pelos atores, o ótimo Ron Perlman faz um Hellboy ainda mais interessante que no primeiro filme e as tiradas sarcásticas constantes da personagem são ótimas e funcionam sempre. Selma Blair constroi uma Liz adoravel, o que me surpreendeu, já que sempre achei ela meio sem graça na maioria dos papéis em que atua. Doug Jones está novamente impagável como Abe e a personagem tem mais destaque nesse filme, e ainda temos a ótima inclusão de Johann Krauss, um ser de energia, ótimamente dublado por Seth MacFarlane, e que rende uma ótima cena de luta com Hellboy.

A melhor parte do filme é sem dúvida a visual, a direção de arte e os esfeitos especiais, aliados a imaginação sem limites de Guillhemo del Toro, rendem cenas primorosas e um universo fantástico que tem seu auge em duas cenas, a do mercado Troll, cheia de criaturas diferentes, que cria uma impressão semelhante àquela criada pela cena da cantina de Mos Eislei em Star Wars - Episódio IV. E a cena da batalha contra o elemental, que onde derrama seu "sangue", nasce grama, compondo toda uma paisagem nova e impressionante.

A reação improvavel entre Hellboy e Liz é muito bem explorada, assim como a paixão de Abe pela princesa Nuala, um ser que como ele pode sentir com o uso das mãos o que rende algumas cenas muito bonitas. O vilão do filme, o principe Nuada, lembra muito os vilões da serie de RPG Final Fantasy, com seu visual etéreo e sobrenatural e, infelizmente, nunca chega a ser realmente assustador.

Hellboy é uma bela diversão, porém não dá pra deixar de sair com uma leve decepção do cinema, por saber que del Toro poderia ter ido mais a fundo e feito um filme mais envolvente.

Cotação:

quinta-feira, agosto 28, 2008

Novíssimo Layout

Só tô postando pra avisar do novíssimo layout retrô do blog... ficou muito bom (eu acho!) e de novo os méritos vão todos pro Thiago, que já tinha feito o layout antigo. Entrem no blog dele: O que o Dr. House Diria?

Agora vou postar mais nessa joça e finalmente honrar o textinho aí do lado, aquele que fala de futilidades e tal...

segunda-feira, agosto 25, 2008

Turma da Mônica Jovem (Em estilo mangá) 1



Quando a gente pensa que tudo que é porcaria já foi lançado, eis que o Mauricio de Souza (em quem sempre confiei, alias) vem com essa...

Confesso que nunca vi o projeto com bons olhos, mas tentei não analisar como fã e julgar direito (e quase não consegui).

Turma da Mônica Jovem tem por objetivo atualizar a turminha para os dias de hoje, usando como base, o mangá. Uma pergunta cabível é: Quem afinal quer a turminha atualizada? Eu não... acho que ninguém, mas vá lá, é uma iniciativa válida. O problema é a execução. A arte é muito falha, parece que os (ótimos) desenhistas do Estúdio Maurício de Souza se perderam legal tentando desenhar uma técnica que não conhecem. Outro ponto falho é o próprio roteiro, uma miscelânea dos clichês mais insuportáveis dos mangás. Essa história de buscar artefatos perdidos em outros mundos é mais velha que andar pra trás... um exemplo: Inuyasha. Pior que isso é só o vilão (no caso vilã) preso no passado que agora é libertado... Toriyama fez isso bem melhor em Dragonball há duas décadas. Os artefatos místicos, os país que escondem segredos, os filhos que assumem o legado... TODO MUNDO já fez uso disso. Realmente nada original.

O ponto forte ficaria para a curiosidade de ver como a turminha ficou mais velha. Ficaria... nem aí conseguiram acertar direito. Os traços novos são legais, mais é gasto tempo demais explicando as diferenças que surgiram com o passar do tempo... não precisava, isso o leitor apreenderia com o decorrer da leitura. O tom didático também incomoda, como a explicação do que é dislalia. Outro tropeço é a mudança de alguns personagens... Anjinho como Céuboy (uma "brincadeira" com o Hellboy) é ridículo. O Capitão Feio é até engraçado como Poeira Negra, mas era bem melhor antes.

Claro que a edição tem alguns acertos, na verdade me lembro de três. O fato do Cebolinha (agora chamado de Cebola) só falar errado quando está nervoso é uma boa sacada. Algumas piadas são boas, como a que a Magali relembra quando eles tinham sete anos e a Mônica diz: "Parecia que a gente fazia sete anos todo ano!". Mas o maior acerto mesmo, é fora da edição em si, no expediente, onde pela primeira vez constam o créditos dos artistas que fizeram a edição. Isso é um belo avanço e quem sabe um dia não reflita nas história normais (e boas) da turminha.

Num balanço geral, parece que só usaram o que tem de ruim nos mangás, como os clichês e as malditas lições de moral... sem falar que o preço dessa edição é salgado (5,90)... mais caro que as edições normais, que alias são coloridas...

Resumindo: Fujam! (Ou comprem por masoquismo...)

Cotação:

sexta-feira, julho 18, 2008

O Final de Avatar...

Nesse fim de semana vai chegar ao fim o melhor desenho animado que já tive o prazer de assistir. Serão lançados os últimos episódios de Avatar: The Last Airbender. Como comemoração eu vou postar uma lista dos 5 melhores episódios de cada livro, claro sem contar os que não lançaram!! A lista é minha mesmo! Vamos lá (mais cuidado, tem spoilers para quem não assistiu a série até o episódio 15 do livro do fogo):

Livro 1: Água


5- Episódio 14 - A Vidente (The Fortuneteller)

Avatar usa de alívio cômico muito bem, durante toda a série, e tem alguns episódios específicos pra isso, esse é na minha opinião o melhor de todos. Nele vemos a equipe de Aang em um cidade onde todos guiam suas ações pelas previsões de uma vidente a Madame Hu. Sokka que é cético por natureza não se conforma e tenta de todas as maneiras acabar com a crendice.

Melhor Cena: Sokka e o Rapaz dos Sapatos vermelhos.


4- Episódio 18 - O Mestre de Dobra D'água (The Waterbending Master)

É quando eles chegam à Tribo da Terra do Sul e Aang arruma finalmente um mestre de dobra d'água, só que ele se recusa a também treinar Katara, pois as mulheres nessa tribo não podem treinar dobra.

Melhor Cena: Batalha entre Katara e Mestre Pakku.


3- Episódio 08 - Solstício de Inverno parte 2: O Avatar Roku (Avatar Roku: Winter Solstice - Part 2)

É o primeiro episódio com conseqüências para a mitologia da série. É o primeiro encontro de Aang com o Avatar anterior, Roku. E também tem a primeira cena em que Aang é "possuído" no caso pelo Avatar Roku.

Melhor Cena: Aang é "possuído" pelo Avatar Roku para fugir da torre.


2- Episódio 12 - A Tempestade (The Storm)

Esse é arrasador! Contruido à base de flashbacks que ocorrem durante uma tempestade. Pela primeira vez ficamos sabendo do motivo pelo qual Aang desapareceu por cem anos e também ficamos sabendo o porquê de Zuko ter sido banido. É a primeira vez que Zuko ganha a empatia do públco.

Melhor Cena: A "luta" de Zuko com o Senhor do Fogo.


1- Episódio 20 - O Cerco do Norte parte 2 (The Siege of the North - Part 2)

O melhor episódio do livro da água é cheio de ação e o mais dramático da série até então. Aqui temos uma grande perda para Sokka, Zuko quase alcançando seu objetivo, a decadência do Marechal Zhao, Aang de volta ao mundo espiritual, a morte da lua e Aang sendo "possuído" pelo espírito do mar... Ufa...

Melhor Cena: A despedida de Yue.

Livro 2: Terra


5- Episódio 05 - O Dia do Avatar (Avatar Day)

O melhor episódio cômico do segundo livro. Aang chega em uma cidade onde todos odeiam o Avatar e tem um dia especial para exprimir esse ódio o "Dia do Avatar". Tudo isto porque a Avatar Kyoshi teria matado o lider dessa cidade há 400 anos. Aang é preso para julgamento e Sokka (vestido de Sherlock) vira detetive para ajudá-lo... hilário

Melhor Cena: O final, quando o Dia do Avatar muda de comemoração e de comida típica.


4- Episódio 07 - Zuko Sozinho (Zuko Alone)

Episódio focado no Zuko, conta mais um pouco do seu passado, desta vez focando em sua mãe. Enquanto isso, no presente, Zuko presencia o que a Nação do Fogo fez nas colônias do Reino da Terra, e o desprezo da população pelos dominadores.

Melhor Cena: A surpresa da coroação de Ozai no lugar de Iroh.


3- Episódio 20 - As Encruzilhadas do Destino (Crossroads of Destiny)
Episódio final da temporada, onde tem a luta de Aang com Azula, com a morte do Avatar, e logo depois sua ressurreição. A queda do reino da terra, Zuko traindo Iroh e Aang impedido para sempre de usar o "Estado Avatar".

Melhor Cena: O raio de Azula pegando Aang desprevinido e o matando.


2- Episódio 16 - Os Dias Perdidos do Appa (Appa's Lost Days)

Esse chegou até à ganhar um prêmio de melhor episódio infantil... só me pergunto onde esta o "infantil". Conta o que aconteceu com Appa desde que foi roubado até Zuko o libertar e ele voltar para Aang. Primoroso.

Melhor Cena: Sonho conjunto de Aang e Appa, mostrando o dia em que se conheceram.


1- Episódio 15 - As Histórias de Ba Sing Se (The Tales of Ba Sing Se)

Esse episódio é uma obra-prima. Conta um dia na vida de cada personagem da série. Sokka se mete com uma escola de música. Katara e Toph vão se arrumar em um salão de beleza. Aang ajuda um velho zoológico a se reerguer. Zuko tem o primeiro encontro com uma garota. Tio Iroh relembra o aniversário de morte de seu filho. Momo sai em busca de Appa.

Melhor Cena: Esse é tão bom que tem que ser duas: Tio Iroh chorando e cantando uma velha canção infantil no túmulo de seu filho segurando uma foto dele. Momo deitado dentro da pegada do Appa.


Livro 3: Fogo (esse pode mudar muito, já que tem 6 episódios para lançar)


5- Episódio 04 - O Mestre do Sokka (Sokka's Master)

Esse é o primeiro episódio totalmente focado em Sokka. Ele se sente deslocado por que é o único do grupo que não tem habilidades, já que todos os outros são dobradores, então procura um famoso mestre espadachim da nação do fogo para treiná-lo. E acaba percebendo que sua verdadeira habilidade é sua esperteza.

Melhor Cena: Luta entre Sokka e seu Mestre.


4- Episódios 14/15 - A Pedra Fervente, Parte 1 e 2 (The Boiling Rock, part 1 and 2)

Essa é a única vez que coloquei dois episódios juntos em uma posição, mas é que são os mais complemantares de toda a série. Pela segunda (e terceira) vez Sokka é o principal personagem. Ele e Zuko vão até a prisão de segurança máxima da Nação do Fogo chamada "A Pedra Fervente" para resgatar o pai de Sokka e Katara. É interessante por mostrar a aproximação entre Zuko e Sokka, além da tentativa de redenção dos dois, já que Sokka se culpa por seu pai ter sido capturado e Zuko lamenta ter traído seu tio.

Melhor Cena: Chegada de Sokka, Zuko e os prisioneiros resgatados até o esconderijo de Aang e seus amigos.


3- Episódio 06 - O Avatar e o Senhor do Fogo (The Avatar and the Firelord)

Esse episódio mostra o passado do Avatar Roku e do Senhor do Fogo Sozin. Eles eram amigos e tudo mudou quando Sozin resolveu conquistar o reino da terra. Este episódio mostra que Roku é bisavô de Zuko, portanto Zuko é parente de Aang.

Moelhor Cena: Quando vê as colônias no Reino da Terra, Roku destroi o palácio de Sozin, mostrando todo o poder de um Avatar perfeitamente formado.


2- Episódio 11 - O Dia do Sol Negro, parte 2: O Eclipse (The Day of Black Sun, part 2: The Eclipse)

Depois que a invasão deu errado, Aang, Sokka e Toph tentam chegar até o esconderijo do Senhor do Fogo Ozai. Esse episódio mostra a astúcia de Azula, que descobre o plano de Sokka e o anula, a fuga do tio Iroh, a traíção de Zuko, que abandona o pai para seguir Aang e procurar Iroh.

Melhor Cena: Zuko defendendo o raio de seu pai com a técnica que aprendeu com o tio Iroh.


1- Episódio 05 - A Praia (The Beach)

Até agora o melhor episódio do livro do fogo. Mostra Zuko, Azula, Mai e Ty Lee indo à praia. Enquanto Aang tem problemas com o "Homem-Combustão". Pode parecer bobo a princípio, mas esse é um dos mais densos episódios de Avatar, mostrando um ritual de passagem de Zuko, Azula, Mai e Ty Lee, onde eles descobrem uns aos outros e a si mesmos. Angustiante e compensador.

Melhor Cena: O incêndio na casa de praia.



*Bom! É isso... agora vou assistir o Episódio 16 - Os Bandidos do Sul, que acabou de lançar.

quinta-feira, junho 12, 2008

Poeminha sarcástico no dia dos Namorados

Poema do dia dos Namorados

Novos votos,
renovados,
nova vida,
vivida,
novamente estou só
e só.


*Escrevi isso agora.. é triste mas zomba da tristeza... até que gostei.

segunda-feira, maio 05, 2008

Nova Fase

Faz uma cara que eu não posto nada aqui. Falta de saco, vontade, inspiração e mais um monte de motivos...

Eu resolvi, de repente, mudar o conceito desse troço e fazer ele virar realmente um negócio nerd... Essa semana mesmo eu vou fazer isso!!

Aguardem (como se alguém lesse isso!!)

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Para quem deve ler (2003)

Leia estas palavras minha cara.
Leia com o peito aberto.
Pois nunca antes escrevi tão certo
de que um sentimento em mim se despertara.
Leia com amor, se o tens,
guarde o rancor que tem.
Pense em mim com meu egoísmo,
que pensarei em ti com teu bem.
O mundo está estranho minha cara,
estranho como nunca esteve antes.
O mundo talvez caiu minha cara,
caiu em poucos instantes.
Nem sei se tenho forças minha cara, mas tiro forças de ti.
Me desculpe o jeito como te olhava,
pois não é como me fazes sentir,
e só tenho a dizer, que o verdadeiro olhar ainda está por vir.



*Este é um poema especial para mim... mas quero reescrevê-lo, acho que ele tem muito à melhorar ainda... e peço desculpas a Dani, por postá-lo aqui sem avisar (sorry!!)...

sábado, janeiro 05, 2008

Os 2 primeiros poemas do ano

Saiba que na vida,
tudo quanto é belo,
tudo quanto é amargo,
se encerra em um mesmo espaço:

- Mulher.



O sofrimento é uma palpebra fechada.
Um homem sem pálpebras adormece?
O domina a temível luminosidade?
Este incrível torpor?
Poemas de amor
me dão sono,
durmo feliz!


* Não dei nome pra eles... na verdade eu tinha já um esboço desses, só que achava ruim, então reescrevi... ainda não ta muito bom, mas...
De qualquer forma feliz ano novo pra todo mundo e tal...