domingo, julho 31, 2016

Ruby





Ruby era seu nome. Sua mãe colocou este nome depois de ter visto um filme de madrugada, aqueles filmes não muito conhecidos, que ela nem lembra o título, mas de certa forma a marcou. Mas este detalhe não é importante, suas lindas madeixas castanho avermelhadas que lhe davam sentindo ter esse nome: nesse mar que naveguei encontrei a pedra mais preciosa, o meu rubi! Não pensei que o foco principal seria ela, poderia, mas não é. Ela foi minha musa, musa de um (aspirante) escritor que se apaixonou pela ideologia. Ela foi embora e o que restou foi nossa história. História de um adulto que mais pareceu um bobo adolescente a procura de uma mulher perfeita... (im)perfeita. Quem sabe se misturar com vampiros, bruxos e sabe mais o que poderia ser um best seller! Deixo essa dica para meu caderno de anotações, um futuro texto quando a insônia vier. Mas pra que falar da Ruby se ela não é o centro da história? Ruby foi minha primeira paixão e me transformei para fazê-la ter o mesmo sentimento por mim. Ao tê-la voltei a ser quem eu sou e ao perdê-la me transformei em escritor. Os sentimentos deixados de lado agora viram palavras em textos literários. Ruby foi minha primeira folha de papel, meu novo horizonte... Uma tela em branco pronta para dar novos formatos, inventar novos “eus’’ e novas Rubys. Eu sou seu adeus, Ruby! Agora eu vejo! você é sim o foco principal e sempre será. Não se preocupe, o caderno de anotações está sendo meu notebook, minha insônia é agora. E nossa história será contada. Sem detalhes, sem meus leitores chegarem a ti, minha querida Ruby. Todo escritor tem sua musa, toda historia tem um começo e meu começo é você! ''

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Faz quase um ano que não postamos nada no velho Han! Espero podermos contornar isso e voltar a postar conteúdo de qualidade. Fiquem com esse continho da Daniela.